Faz tempo. Faz tempo que não escrevo, que não deito a cabeça no travesseiro e deixo as palavras saírem com toda leveza ao ar.

Talvez hoje seja o dia, que daqui sairá anseios gratuitos. Me julgue quem quiser, mas sou fã da reciprocidade. Que palavra linda, transparente e de afeto.

Para quem me conhece de verdade, sabe que eu prezo muito valores e respeito mais ainda os sentimentos das pessoas. Sim, gosto de pessoas inteiras de alma e coração.

Se estou mudada? Ah sim, muito! E acredite, para melhor. Quero na minha vida pessoas que sorriem comigo, que se façam abrigo em dias cinzentos, sem tempo ruim para dizer: Bora? Boraaa! Fica aqui só por hoje? Fico!

Crescer na maioria das vezes é encantador, mas geralmente assusta né?! Confesso que, o pouco não me serve. Ser meio termo então, não é meu foco.

Não é atoa que sou libriana, daquelas bem decidida, que procura sempre o equilíbrio nos desafios que a vida prega. Embora, o signo de libra seja representado por uma balança, muitas vezes, procuro seguir um padrão idealista. Isso é um defeito? Lógico que não!

Não há nada demais em idealizar algo que tanto se preza, em prol do bem. Sim, sei que as expectativas que crio em cima do outros, são projeções que as vezes podem me sufocar. Sei também, que nem tudo na vida haverá troca.

Mas aí, lembro-me que o equilíbrio indicado pelo prato de balança, me mantém muito pé no chão.

Vou confessar que, ando mais cuidadosa, e procuro me cobrar menos com relação às pessoas que tem pouco ou nada, à oferecer. O que para mim essa é uma tarefa muito difícil rs.

Sabe aquela frase bem clichê, ou é 8 ou 80? Então, se for para você entrar na minha vida que seja oitenta. Ou se preferir, que voce seja cem rs. Mas nunca seja 8!

Re-ci-pro-ci-da-de, é isso que faz as coisas darem certo, acredite! A troca pode ser pesada, e muitas vezes retrocedida, mas logo penso que o respeito, a sinceridade, um gesto inesperado de carinho, é sempre bem-vindo!

E convenhamos, na ausência de reciprocidade, qualquer situação é difícil de dar certo, pois não terá a tão esperada ” continuação “.

Está é a libriana que, quando se depara com os caos da vida, refugia-se nos discursos voluntários.

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Thailla Mariana
"Ela pinta os lábios de vermelho Quando a alma dói E o choro vem roubar um beijo. Ela pinta os lábios de vermelho Para o delicioso encontro Encontrar-se consigo mesma". @Zackmagiezi

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