Crônicas

A mulher só

A hora sempre é muito tarde ou muito cedo quando o corpo cansado lhe acusa. Sua solidão é tão imensa que chega a ser confortável. O coração partido não lhe assegura paz e os sorrisos se fizeram mecânicos.

É solidão que chama! É solidão que lhe abraça, que lhe causa e lhe seca as lagrimas amargas. É solidão que compele seus passos todos os dias em suas rotinas, quase perversas, de viver. É solidão.

Um sorriso placido, uma braço aberto, uma palavra franca e um gosto amargo. Solitária e mais nada!

Ela segue, pois parar é inaceitável. Um ultima lágrima antes de voltar a viver. O dia está claro, passe o batom, sorria!

Mariah Alcântara

Mariah, escritora, sonhadora e apaixonada pela vida. Escrevo desde os 15 anos, comecei com devoção por poesia e depois crônicas e contos (minha paixão). Faço parte de alguns projetos literários importantes, entre eles a Roda de escritores (que hoje tem outro perfil de trabalho) e Escritores da Era do Compartilhamento. Acredito que o sucesso vem com trabalho, e trabalho com amor gera sucesso.

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