Crônicas

A vida ainda nos chamará para compôr canções de amor.

Ouvindo música e sentindo tudo. Uma solidão imensa de estar, e com uma enorme vontade de alguém pular no meu WhatsApp e fazer morada em mim. O lance do amor e seus lados meio que imersos no tanto sentir.

Tudo que você tem a fazer é fechar os olhos
E só estender suas mãos e me tocar
Me abrace, nunca me deixe ir
“.

Eu sei que tá tudo meio estranho e tudo bem. E tudo dói um pouco mais para quem sente. E então, deixa eu te dizer baixinho que eu sinto muito?


Pois, bem! Ah Bixim! É pois é, eu sinto muito. Sinto essa vontade de tu chegar e mudar toda a narrativa. Mudar o enredo e te encontrar num abraço que transfigura o singelo. Sei lá! Cismei que poderia ser tu.

E nem é. E nem é. E nem é. Falo sorrindo. Mas, poderia sabe? Eu pequenininha te admiro. É que no meio de tanta gente chata eu queria mesmo era estar com você. Segura a confissão e só me diz que me quer também!

Eu só tenho essa fé pequetuxa que um dia tu virá e cuidará de mim, de tudo em mim. E tô bem assim. Talvez, isso tudo seja só pra te chamar de amor. E contemos todos os dias por detrás dos isolamentos e luto. Pois, a vida ainda nos chamará a compor canções de amor.

Natália Rezende

Um ser amor. Acredita em contos de fadas e em todos os mundos mágicos do universo das palavras. Das mais certas, mas também possuí incertezas. Um pouco louca. Escreve e sonha.