Tudo corria bem conforme eu havia imaginado.

Nossa ida ao cinema, minha segurança em resolver tudo com a mais perfeita calma e tranquilidade.
Ao chegar em meu quarto nos deitamos e ali queria ficar muito tempo, no escuro ao som de algumas musicas aleatórias que o home theater tocava.
Seu beijo me lembra a época de colégio, não faz muito sentido, mas era o mesmo gosto que eu sentia ao beijar as garotas daquela época de ensino médio. A diferença é que você foi impulsiva, foi movida a movimentos de quem quer muito mais do que beijos. Eu também queria mais, porém apenas estar ali já bastaria.
Ajeitamo-nos quase nos alinhando perfeitamente para começar o que chamaria de sexo com vontade. Os meus beijos não foram suficientes, ir além talvez não estivesse nos seus planos, mas você praticamente cravou as mãos entre minhas pernas sentindo toda aquela extensão por dentro da calça jeans. Talvez em nosso único momento pensante tirei sua calcinha e me deliciei com toda a maciez e o mel que adoçava minha boca, por um descuido seu, um grito saiu de sua garganta como uma súplica, para que eu entrasse dentro de você. Em um rápido movimento tirei minha calça e junto se foi o pedaço de pano que recobria toda a rigidez pela qual você admirava. Estava tão apertadinha que o desejo tomou conta, você fazia perguntas esperando pelas óbvias respostas, se realmente valeu todo esse tempo distante. Insaciavelmente eu a via diante de mim querendo cada vez mais e profundo.
No instante em que me ajeite atrás de você, apenas brinquei com a porta de entrada proibida. Mas não proibida para mim. Na qual você logo pediu que nos deleitássemos por esse prazer apertado e louco, pura satisfação. Sua boca faltou me fazer jorrar de prazer, mas não era a hora, pois você queria mais, e dessa vez o controle dos seus movimentos eram nítidos de quem queria chegar a algum lugar… foi aí que você me ensurdeceu com seus gritos e gemidos, com meus rápidos movimentos que te levaram ao puro clímax do momento mais exaustivo e maravilhoso da nossa noite.
Foi aí que eu não podendo chegar lá você se pôs diante de mim para me fazer explodir com suas habilidosas mãos, chegando lá você me olhava suplicando meu pedido para que provasse o gosto do prazer que você havia me dado, mas apenas quis te passar vontade para que numa próxima você apossasse de toda a explosão de sabor que o meu corpo lhe daria, matando assim a sua sede de experimentar-me.

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Raphael Naciff
O que nos separa é a coragem de escrever. Revelar o que escrevemos no papel vai além de descobrir os segredos da nossa memória. Raphael Naciff Carneiro em Memórias Alucinantes de um espírito qualquer.

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