Quinta do Autor

Deixo o silêncio falar

Praça, solidão,
Banco, violão.
Alguns pensamentos…
belos momentos, nada em vão.
Ventos de leva e traz,
já nos mostra a natureza,
o que nós somos e seremos.
Ciclos dessa incerteza.

Espero no tempo certo…
o momento de colher.
Tudo aquilo que plantei
e um dia vou viver…

Se errei peço perdão!
Se segui sei a razão…
Sob a fé sigo meus passos.
Fecho os olhos e me calo.

Deixo o silencio falar…
pois só ele tem clareza.
O amor soa em acordes…
Junto ao som não há certeza

Matheus Barreto Areias

"Convicções são Cárceres."

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