BELEZA OCULTA: Você assistiu este filme? Se ainda não, recomendo que o veja. Se já viu, reveja! Sério, vá com os olhos e sentimentos para absorver a mensagem real.

Há alguns meses fui ao cinema e me esbarrei com este filme. Elenco de ponta, um tanto criticado pelos tabloides especializados, bilheteria bem abaixo do esperado. Primeiramente, já adianto que não sou crítica de cinema e só quero, por meio dessas linhas, tentar repassar para você que me lê nesse momento, um pouco da reflexão positiva que este filme me trouxe.

O enredo se baseia na história do publicitário Howard (Will Smith) que é querido por todos na empresa, mas após a perda da sua filha, este perde o sentido da vida e começa a escrever cartas à Morte, ao Tempo e ao Amor, expressando seu ressentimento e questionando Deus. Em paralelo, seus três melhores amigos e funcionários da agência estão com medo de que a empresa acabe falindo e acabam montando uma estratégia para reverter a situação da empresa.

Só que a história vai se passando, surgem detalhes, acontecimentos, mensagens… Você então começa a se questionar se realmente aquilo é real: o que parece impossível se torna realidade quando essas três partes do universo decidem responder: Morte, Tempo e Amor!

Por que temos uma barreira tão grande ao se falar sobre a morte?  A Morte nos é apresentado no filme por uma personagem divertida e com toda a sabedoria de uma vida no olhar. Quando perdemos alguém que amamos, isso nos traz uma dor inexplicável, e muitas pessoas acabam cedendo a depressão. Mas, a beleza oculta na morte é que não precisamos nos isolarmos, temos que viver por nós e por quem se foi. A vida e seu mistério continuam…

O Tempo é nos apresentado sempre tão desafiador, um tanto rebelde e indomável. Sim, o tempo passa! Cada vez estamos mais reféns da ‘falta de tempo’, reclamamos, deixamos a vida se escorrer pelos dedos. Sim, estamos nos esquecendo que a cada novo dia nos é dado uma nova chance para vivermos, para mudarmos nossa realidade. Comecemos nos pequenos detalhes!

E o sentimento mais puro vem fechar essa trindade: Ah, o Amor! Esse desperta sensações adversas no filme, e nos faz refletir em como seria uma vida sem amor? Esse sentimento está presente em tudo que nos cerca, que nos traz saudade, que nos alegra, nos encoraja… “O amor, a única revolução verdadeira!”

Então, a reflexão que fica ao final é que não devemos ser egoístas, pensando que nossa dor ou perda é maior que a do outro. Que sejamos aquela ‘beleza oculta’ a iluminar àqueles que nos cercam!

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Wanessa Rocha
Apaixonada por poesia, cores, sabores, lugares, sorrisos, livros, fotografia, músicas, família, amigos, natureza... Uma pequena andarilha errante de alma transparente e eterna aprendiz com a vida!

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