Em casa, deitada na rede armada na varanda.
Vejo as árvores, verdes e solitárias, fazendo seu papel na natureza.
Ouço o som do rio, tão perto, ecoante varre os obstáculos que se lhe opõe…

Entre os muros de meu quintal não posso vê-lo, mas nas paredes de minha mente insisto em imaginá-lo.

Ali, posso vê-lo, senti-lo, tocá-lo. Ali, já não há dor, nem medo, nem culpas…

O som de marretadas me trazem de volta a realidade. Quebram-se as paredes de minha psique, e os olhos mostram que nada é como se imagina.

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Natália Rezende
Um ser amor. Acredita em contos de fadas e em todos os mundos mágicos do universo das palavras. Das mais certas, mas também possuí incertezas. Um pouco louca. Escreve e sonha.