Nós não nascemos para sermos felizes.

Não, você não leu errado. Engana-se quem pensa que viemos ao mundo para contemplarmos a felicidade plena. A vida é dura, difícil. Desde o nascimento tempos que lutar pelo o que queremos, das mais variadas formas, do choro quando recém-nascido às jornadas intensas de trabalho quando adulto, o objetivo continua sendo o mesmo, alimentarmos, sobrevivermos.

Então já superamos uma etapa, vimos que é da natureza do ser humano lutar pelo que quer, ou seja, todos somos capazes de realizar nossas vontades ou de pelo menos batalhar muito para que ela se realize.

Às vezes você pode estar se perguntando: “Eu luto há tanto tempo para fazer tal coisa acontecer, porque será que não dá certo?”

Lembra quando éramos crianças, chorávamos desesperadamente para ter um novo videogame ou uma nova boneca e não ganhávamos? Pode parecer besteira, mas, sim, isso nos ensina desde cedo que não teremos tudo o que queremos ao longo dos anos.

Devemos conjugar sempre os verbos, querer, poder e merecer.

As perguntas que devemos nos fazer são – “Eu realmente quero isso?” / “Eu posso querer isso? É certo?” / “Eu mereço isso que estou buscando?”

Essas perguntas são sempre válidas, vez que nem sempre sabemos o que realmente queremos. Às vezes é só um devaneio, uma ilusão que nos levou a querer algo. E por algumas vezes nem queremos tanto assim. Isso também é da nossa natureza, somos impulsivos.

Por isso é preciso analisar de outra perspectiva.

A maré está sempre contra a gente. Precisamos nadar sem parar contra a correnteza, a felicidade está na nascente do rio, não onde ele deságua. O fluxo é sempre inverso, é difícil, é incessante. Algumas pessoas desistem, deixam-se levar pela correnteza e se contentam com o curso natural das coisas, outros não desistem por nada, fazem as coisas acontecerem. O rio tem tantos “braços” antes de chegar à nascente, é só questão de escolha por qual deles seguir,

Você pode até não gostar do caminho que escolher, mas, você pode começar de novo do zero, mudar o caminho e voltar a nadar contra a correnteza, mas desistir, jamais.

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