Overdose Poética

A noite dos “monstros”

O relógio marca meia noite

O sino da Igreja toca,

(Tunnn Tunnn Tunnn)

O despertar está a caminho

Daqui a pouco saem da cova

 

Pois é a noite dos monstros

Relembrar os tempos áureos

De um existência que se perde na lembrança,

Enquanto se é corpo frio, fétido e sombrio.

 

O uivo do Lobisomem anuncia.

(Auuuu Auuuu Auuuu)

É chegado o momento,

De sair na noite e espalhar tormento.

 

Zumbis, vampiros e outras aberrações

Atendem ao chamado macabro.

Mas é século XXI.

Não arrancam nenhum arrepio

Frustrados voltam em silêncio…

Nenhum susto colhido.

Eder Pereira

Desde cedo se fez poeta, muito pela influência do seu avô Maurílio e sua mãe Marileide, sonha desde pequeno escrever um livro, contar histórias em versos e rimas, sempre muito fascinado pelo mundo da escrita e como você pode viajar por ele mesmo sem sair do lugar, "O Uivo da alcateia tem alcançado seu coração, e o Lobo antes solitário encontrou alguns irmãos.

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