Ei, dono do espaço de tempo que beija uma eternidade sincera, este é um desabafo cheio de parênteses. E eu confesso, meio imersa numa timidez bonita. Ela é minha, própria e desconexa. E até deixam rubras as minhas bochechas.

E tudo bem sorrir para às paredes e sozinha. São todos os porquês das minhas paixões construídas por ti. E ei, eu não quero mais silenciar este maravilhoso sentimento.

Por isso, leia ao som de …

“Se a vida é por um fio, valeu pra quem já viu, o seu jeito de tocar o coração”. (Tô bem romantiquinha clichê). Ei, eu acho que o Marcelo Jeneci, escreveu essa música para te mostrar um dia. ( E tô me achando, também).

(Eu venci na vida, vai!). E só te mostrei essa música, pois como ela mesmo diz, tu é um ser que traz afeto consigo, nos gestos só por respirar. E faz tanto sentido quando passeio pela humanidade que a tua alma carrega.

De fato, falo de ti com uma certa cautela. Ainda é cedo. Cedo demais! E tenho meus medos e inseguranças tão tipificados para uma menina que não cansa de amar. Só estou com aquele medo bobo de beber todo o teu mel tudo de uma vez e me perder. (Te perder).

Mas te exponho algo aqui nessas linhas baseada no que percebo e percebi de tudo que leio em ti (no que vem de ti). Talvez, você ainda não saiba sobre a mágica que existe em mim, em relação as entrelinhas. (Leia toda minha a comicidade).

E ei, baby! Eu queria te dizer muitas coisas, mas em especial sobre o seu olhar e como ele ama o mundo e as pessoas. Te delato também, que eu meio que (bonita), me vejo e me enxergo muito além do que sou olhando para ti.

E como é lindo viver e sentir todas as sensações escondidas em um mero gesto de deitar no teu peito, e ali no camarote do teu cangote (no meu lugar de privilégios), me entender na sua íris de cor castanho claro.

E é esse conjunto que engloba diversas situações que me fodem o juízo, que quero levar de você. Por onde quer que eu vá e sei que você me carregará também (espero que mais vezes, bem mais vezes, do sofá da sala para o meu quarto, como fez hoje).

Talvez, eu só preciso neste momento dizer que só sou imensamente grata pelo Universo te trazer como um sonho divido e bom. Pois, como é bonito e intensamente dicotômico, poético e silencioso, ver e sentir de perto, nossa quase oração.

Natália Rezende

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Natália Rezende

Um ser amor. Acredita em contos de fadas e em todos os mundos mágicos do universo das palavras. Das mais certas, mas também possuí incertezas. Um pouco louca. Escreve e sonha.