Crônicas

“Tu tem jeito que beija sorrindo”

Enfim, você chegou.

Então leia ao som de…

É uma chegada com passo diferente. Esquisito. Somático. Sem melindres de dificuldade. Sem checklist pra seguir à risca. Sem ritmo carimbado na testa. Mas com tanta intenção de viver e sentir.

E quer saber? Que seja eu. Seja voo.

Então que seja uma insistência da existência em ser “que bom”. Com tanta imersão na naturalidade. Porque a gente brinca de ser Deus dos nossos dias e peca por não saber ao certo que nada nos pertence. E muito menos o poder de fugir de olhares e expressões que dão sinais.

Engraçado como foi, né? A gente quer. A gente fala “Q qui tá acendu aki?”. E o Universo sorri. Conspira. Faz rima. Brinca com a dicotomia de me paralisar diante da empolgação. Será? Sorrio. E digo que sim.

“Tu tens jeito que beija sorrindo”

Eu te digo deixando fazer festa com a minha bagunça rotulada de ensaio poético de maturidade.

Tudo é enfeite. Vaidade. Achismo.

Ei, se assuste com as feiuras? Faça uma brincadeira, mas não saia de fininho. Quero descobrir tu. Quero descobrir tu. Quero descobrir tu.

Pois, já é surreal como tu rima com a minha boca. Como tuas ideias tem palavras que me fodem o juízo. Como teu toque tatua a minha pele. Como me faz sorrir sem nem saber ao certo que existo.

Eu te respirei, me apaixonei, numa tarde dividida contigo.

E quer saber? Se a felicidade resolveu nos visitar em forma de luz, amor e música, que abramos a porta! E que tu venhas ser algo mais do que tá sendo, porque eu acho que o Cara lá de cima entende muito dos meus gostos.

Natália Rezende

Um ser amor. Acredita em contos de fadas e em todos os mundos mágicos do universo das palavras. Das mais certas, mas também possuí incertezas. Um pouco louca. Escreve e sonha.