Num piscar de olhos, diante do nosso estado do não sofrer e imersão de não estadia na felicidade sonhada, no instante do real, no determinado momento “sei lá!”, vamos nos permitindo deixar o tear dos dias vividos tecer. Veste nova, corpo velho. Atitudes novas e mente inquieta por não saber.

Caber? Ser velho ou não ser? Ser gente grande e poder chorar, sorrir, assistir tv, malhar ou trepar? Com camisinha. Tem a porra do HPV. Gravidez . Prazer. Ser puta ou não ser? Eis a nossa indecisão. Inquietação feminina. “Mimimi”. Polêmica. Deixa baixo. Baixinho, no escurinho de nós.

Talvez, ser sereno há surgindo da minha bagunça rotulada com post-it. Viro para o lado. Na parede amarela, desenho o coração. Tem coração nos meus dedos. Nos meus olhos também. Na minha fé coube tudinho que não cabia no desejo alojado no meu peito.

Foi mal, mas foi por querer. Não nasci pra esconder. Nem camuflar. Colorir. Vim pra vomitar: Amor e outras drogas. Ei, desculpa; não era para ser nos pés de ninguém. Era pra ser nas mãos. Mas não coube, era demais. Tanto era, que foi. Transbordou.

 

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Natália Rezende
Um ser amor. Acredita em contos de fadas e em todos os mundos mágicos do universo das palavras. Das mais certas, mas também possuí incertezas. Um pouco louca. Escreve e sonha.

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